Crónica de batalha
O duelo começa: o nosso herói contra Esqueleto no piso 11.
Com precisão de aventureiro, o nosso herói toma o cavalo rival em A6.
Esqueleto cai perante o mate de o nosso herói. A lenda cresce.
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A batalha, jogada a jogada
o nosso herói captura o cavalo inimigo: o bispo salta de F1 para A6.
O torre de Esqueleto avança de C7 para D7. o nosso herói avança o seu dama de D1 para G4. Graças a Furtividade, o nosso herói engana Esqueleto no tabuleiro.
Esqueleto coloca o peão em A3, vigiando cada casa. Sem pressa nem medo, o nosso herói coloca o bispo em E3, enquanto das trevas, Esqueleto empurra o rei até E7.
o nosso herói captura o peão em C5 e deixa Esqueleto em xeque.
Esqueleto responde movendo o seu rei de E7 para F7; então o nosso herói desliza o seu bispo pelo tabuleiro, de A6 para C8. Com astúcia de masmorra, Esqueleto leva o torre a D3, e logo a seguir com mão firme, o nosso herói leva o cavalo até D2.
O torre de Esqueleto avança de F6 para F5; então o nosso herói avança o seu cavalo de D2 para C4. Esqueleto coloca o torre em D5, vigiando cada casa.
Sem pressa nem medo, o nosso herói coloca o bispo em E3, e das trevas, Esqueleto empurra o rei até E7. O torre de o nosso herói ocupa H7, deixando H1 para trás, enquanto esqueleto responde movendo o seu rei de E7 para F6.
o nosso herói dá xeque com o bispo em D4.
Nesse instante, Punhalada: uma peça de Esqueleto desaparece sem deixar rasto.
Com astúcia de masmorra, Esqueleto leva o rei a F7. o nosso herói captura o peão em G7 e deixa Esqueleto em xeque.
O rei de Esqueleto avança de F7 para F8.
No final, o nosso herói impõe xeque-mate e Esqueleto foge do tabuleiro.